O beijo grego nada mais é do que o anilingua (contato da língua com o ânus). Como o ânus é para muitos uma zona bastante erógena, é muito comum a realização do beijo grego entre os casais, onde o ânus de um é estimulado com beijos e passagens da língua.
O beijo grego muitas vezes pode ajudar no relaxamento do esfincter do ânus e assim favorecer à penetração peniana. Como é uma região com muitas terminações nervosas, costuma ser muito prazeroso para quem o recebe. É muito importante que os parceiros expressem de que maneira a prática do beijo grego deve ser feita para gerar um grau de excitação intenso (às vezes beijos mais intensos, ou contato com barbas, ou simplesmente um passar da língua e porque não, de tudo um pouco).
A questão da higiene deve ser levada muito a sério, para o bem estar de quem vai realizá-lo. Além de ser uma região muito contaminada pelas bactérias do intestino, lesões sexualmente transmissíveis, como herpes, crancos, verrugas pelo HPV, podem existir e favorecer a uma contaminação da cavidade oral de quem faz o anilíngua. Uma higiene com sabonete comum é suficiente e há os que também gostam de depilar a região, para uma maior sensação de limpeza e prazer. Na presença de lesões sexualmente transmissíveis, o beijo grego não deve ser feito.
O beijo grego costuma ser mais prazeroso, quanto maior for a lubrificação, seja com saliva ou gel comestível. As posições, para realizá-lo, podem ser várias: por traz, deitados, de cócoras, o famoso 69 e assim vai. A penetração da língua no ânus é mais facilitada, quanto mais relaxado estiver o esfíncter e com o endurecimento da língua, desde que ambos se sintam confortáveis.
Enfim, o beijo grego é uma coisa íntima de cada casal. Beijos tornam o ato sexual mais prazeroso, mais intenso e se você curte, converse com o seu parceiro e procurem uma forma de ser bom para ambos.
Este blog destina-se ao homem gay e tem como objetivo, responder às muitas dúvidas que homens gays têm em relação às doenças sexualmente transmissíveis, às doenças da próstata, aos riscos do sexo entre homens e tudo que se relaciona ao trato genital masculino. Os posts serão respostas às perguntas que frequentemene recebo de meus pacientes e leitores.
"O MAL SÓ TRIUNFA QUANDO OS HOMENS DE BEM NADA FAZEM". Edmund Burke.
terça-feira, 21 de novembro de 2017
terça-feira, 17 de outubro de 2017
Quando o pênis encolhe.
É muito frequente leitores me perguntarem o porquê do pênis encolher em algumas situações. A última dúvida estava relacionada com a diminuição do tamanho do pênis após este leitor ter pedalado por longas distâncias em sua bicicleta.
Situações que exijam um desvio de energia para órgãos vitais, como coração, cérebro e pulmões, em situações de esforço físico e que requerem maior atenção, fazem com que órgãos diminuam para que o fluxo sanguíneo seja priorizado para esses órgãos indispensáveis à vida.
Essas situações são aquelas de muito frio, atividade esportiva intensa (e nesse caso a situação do leitor que pedala muito), momentos de estresse e ansiedade, quando também há liberação de adrenalina, que contribui mais ainda para a contração dos vasos sanguíneos e pênis. Como o pênis é um órgão que não tem estrutura óssea, é uma "esponja" de sangue, ele diminui de tamanho enquanto for necessário o desvio do sangue para esses órgãos citados acima.
Mas não se preocupem leitores. Normalizada a situação, o pênis volta ao tamanho normal. Aquele desconforto que muitos homens sentem ao se apresentar com um pênis temporariamante menor ao sair do mar, da piscina ou até mesmo de um banho em local coletivo, pode ser minimizada em águas com temperaturas mais elevadas.
Situações que exijam um desvio de energia para órgãos vitais, como coração, cérebro e pulmões, em situações de esforço físico e que requerem maior atenção, fazem com que órgãos diminuam para que o fluxo sanguíneo seja priorizado para esses órgãos indispensáveis à vida.
Essas situações são aquelas de muito frio, atividade esportiva intensa (e nesse caso a situação do leitor que pedala muito), momentos de estresse e ansiedade, quando também há liberação de adrenalina, que contribui mais ainda para a contração dos vasos sanguíneos e pênis. Como o pênis é um órgão que não tem estrutura óssea, é uma "esponja" de sangue, ele diminui de tamanho enquanto for necessário o desvio do sangue para esses órgãos citados acima.
Mas não se preocupem leitores. Normalizada a situação, o pênis volta ao tamanho normal. Aquele desconforto que muitos homens sentem ao se apresentar com um pênis temporariamante menor ao sair do mar, da piscina ou até mesmo de um banho em local coletivo, pode ser minimizada em águas com temperaturas mais elevadas.
terça-feira, 3 de outubro de 2017
Saiba o que pode acontecer no caso de uso excessivo de drogas para ereção.
Há homens que não seguem recomendações médicas e fazem uso próprio de medicamentos para ereção a base de inibidores da fosfodiesterase, como sildenafila (@Viagra), tadalafila (@Cialis), vardenafila (@Levitra), entre outros ainda não disponíveis no Brasil. O uso de dosagem acima do prescrito pode levar a emergências médicas. Deve ser evitado em pacientes que fazem uso de nitrato (geralmente prescrito para tratamento de doença coronariana).
Essas são algumas das emergências:
1) Priapismo: condição causada pelo excesso de fluxo de sangue para o pênis, sem a devida drenagem, que leva a uma ereção prolongada, dolorosa e com inchaço do pênis que exige intervenção médica para ser revertida.
2) Hipotensão arterial: a queda abrupta da pressão arterial é uma possibilidade, vindo acompanhada de tontura, náuseas, sensação de fraqueza, com respiração mais ofegante, visão turva e dificuldade de concentração.
3) Sinais e sintomas como vermelhidão cutânea, urticária, inchaço dos lábios, da língua e da garganta, associado ou não à visão turva e dificuldade para respirar e engolir.
Homens que apresentam qualquer uma das condições acima deve procurar atendimento médico. Se você é um usuário dessas medicações e não está muito satisfeito com o resultado do tratamento, não aumente por conta própria a dosagem. Procure o seu médico e converse com ele sobre alternativas de tratamento.
Essas são algumas das emergências:
1) Priapismo: condição causada pelo excesso de fluxo de sangue para o pênis, sem a devida drenagem, que leva a uma ereção prolongada, dolorosa e com inchaço do pênis que exige intervenção médica para ser revertida.
2) Hipotensão arterial: a queda abrupta da pressão arterial é uma possibilidade, vindo acompanhada de tontura, náuseas, sensação de fraqueza, com respiração mais ofegante, visão turva e dificuldade de concentração.
3) Sinais e sintomas como vermelhidão cutânea, urticária, inchaço dos lábios, da língua e da garganta, associado ou não à visão turva e dificuldade para respirar e engolir.
Homens que apresentam qualquer uma das condições acima deve procurar atendimento médico. Se você é um usuário dessas medicações e não está muito satisfeito com o resultado do tratamento, não aumente por conta própria a dosagem. Procure o seu médico e converse com ele sobre alternativas de tratamento.
terça-feira, 5 de setembro de 2017
Testosterona: normalizar sim, anabolizar não!
Todo homem que passa dos 40 anos começa a apresentar uma diminuição no sangue do hormônio masculino: a testosterona. A diminuição da produção é lenta mas vem acompanhada de algumas mudanças.
Devido a essas mudanças hoje é um consenso que todo homem que envelhece, em algum momento, receberá a indicação de uma terapia com testosterona, objetivando normalizar os níveis desse hormônio no sangue, deixando-os próximos aos valores encontrados na fase entre a adolescência até os 40 anos. Isso se chama normalizar os níveis da testosterona no sangue e objetiva manter as boas condições para as atividades físicas, manter o libido regularizado, ajudar na formação da massa magra, melhorar o humor, manter o bom desempenho sexual, ajudar numa boa qualidade de sono e evitar os desgastes do corpo que o envelhecimento favorece ao aparecimento, como perda óssea, ganho de peso, queda na qualidade da vida sexual.
É importante que ao atingir os 40 anos, todo homem pense em passar por uma avaliação hormonal e iniciar um acompanhamento dos níveis da testosterona, começando a terapia assim que se observar uma tendência de queda na produção.
E terapia com testosterona requer acompanhamento médico para avaliar possíveis efeitos indesejados na próstata, no fígado e na condição cardiológica. A reposição pode ser feita com uso de comprimidos, aplicação de gel na pele ou injetável por via intramuscular. Uma atividade física regular ajuda muito no processo de regularização.
Não use testosterona sem que seja com esse objetivo, o de normalizar os níveis sanguíneos. O excesso de testosterona no corpo traz malefícios, como esterilidade, doença cardiológica, problemas na próstata e irritabilidade. Esse processo de uso excessivo, chamado de anabolização, visando altos níveis de testosterona no sangue com objetivo de hipertrofiar a musculatura, pode levar à morte. Cuidado.
Devido a essas mudanças hoje é um consenso que todo homem que envelhece, em algum momento, receberá a indicação de uma terapia com testosterona, objetivando normalizar os níveis desse hormônio no sangue, deixando-os próximos aos valores encontrados na fase entre a adolescência até os 40 anos. Isso se chama normalizar os níveis da testosterona no sangue e objetiva manter as boas condições para as atividades físicas, manter o libido regularizado, ajudar na formação da massa magra, melhorar o humor, manter o bom desempenho sexual, ajudar numa boa qualidade de sono e evitar os desgastes do corpo que o envelhecimento favorece ao aparecimento, como perda óssea, ganho de peso, queda na qualidade da vida sexual.
É importante que ao atingir os 40 anos, todo homem pense em passar por uma avaliação hormonal e iniciar um acompanhamento dos níveis da testosterona, começando a terapia assim que se observar uma tendência de queda na produção.
E terapia com testosterona requer acompanhamento médico para avaliar possíveis efeitos indesejados na próstata, no fígado e na condição cardiológica. A reposição pode ser feita com uso de comprimidos, aplicação de gel na pele ou injetável por via intramuscular. Uma atividade física regular ajuda muito no processo de regularização.
Não use testosterona sem que seja com esse objetivo, o de normalizar os níveis sanguíneos. O excesso de testosterona no corpo traz malefícios, como esterilidade, doença cardiológica, problemas na próstata e irritabilidade. Esse processo de uso excessivo, chamado de anabolização, visando altos níveis de testosterona no sangue com objetivo de hipertrofiar a musculatura, pode levar à morte. Cuidado.
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