"O MAL SÓ TRIUNFA QUANDO OS HOMENS DE BEM NADA FAZEM". Edmund Burke.

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Um pênis circuncidado pode, ou não, afetar o parceiro sexual.

Hoje escrevo sobre o que observo em relação à atitude do homem gay frente a pênis circuncidados, ou não.

Muitos homens não têm preferência por pênis que possam ou não ter passado pela cirurgia para corrigir uma fimose e que passa a deixar o pênis com a glande constantemente descoberta. Mas quando há preferências, cito abaixo o que me chama a atenção em relação às escolhas:

1) Por pênis circuncidado: estética, melhor higiene (melhor higiene normalmente previne infecções), o que favorece a um melhor sexo oral e menor risco para doenças que o sexo pode transmitir.

2) Por pênis não circuncidados, com excesso de pele (prepúcio): estética, odores que o excesso dessa pele favorece à formação (um excesso de prepúcio pode dificultar a higiene) e porque homens com excesso de prepúcio tendem a fazer penetrações mais delicadas, uma vez que há intensa sensibilidade na glande, o que faz que o trauma anal seja menor e não requer que o homem que penetra, faça movimentos muito rápidos, mais agressivos e intensos, para atingir o orgasmo.

Mas posso garantir que cada casal tem a sua regra. O importante é que cada um exponha o que traz prazer no ato sexual e seguir essas colocações. Homens que têm dificuldade em exteriorizar os prazeres sexuais para seus parceiros, podem se beneficiar de uma terapia de casal. Um sexo mais relaxado sem a necessidade de ficar descobrindo o que um pode gostar ou não, traz tensão ao relacionamento.

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Testosterona: normalizar sim, anabolizar não!

Todo homem que passa dos 40 anos começa a apresentar uma diminuição no sangue do hormônio masculino: a testosterona. A diminuição da produção é lenta mas vem acompanhada de algumas mudanças.

Devido a essas mudanças hoje é um consenso que todo homem que envelhece, em algum momento, receberá a indicação de uma terapia com testosterona, objetivando normalizar os níveis desse hormônio no sangue, deixando-os próximos aos valores encontrados na fase entre a adolescência até os 40 anos. Isso se chama normalizar os níveis da testosterona no sangue e objetiva manter as boas condições para as atividades físicas, manter o libido regularizado, ajudar na formação da massa magra, melhorar o humor, manter o bom desempenho sexual, ajudar numa boa qualidade de sono e evitar os desgastes do corpo que o envelhecimento favorece ao aparecimento, como perda óssea, ganho de peso, queda na qualidade da vida sexual.

É importante que ao atingir os 40 anos, todo homem pense em passar por uma avaliação hormonal e iniciar um acompanhamento dos níveis da testosterona, começando a terapia assim que se observar uma tendência de queda na produção.

E terapia com testosterona requer acompanhamento médico para avaliar possíveis efeitos indesejados na próstata, no fígado e na condição cardiológica. A reposição pode ser feita com uso de comprimidos,  aplicação de gel na pele ou injetável por via intramuscular. Uma atividade física regular ajuda muito no processo de regularização.

Não use testosterona sem que seja com esse objetivo, o de normalizar os níveis sanguíneos. O excesso de testosterona no corpo traz malefícios, como esterilidade, doença cardiológica, problemas na próstata e irritabilidade. Esse processo de uso excessivo, chamado de anabolização, visando altos níveis de testosterona no sangue com objetivo de hipertrofiar a musculatura, pode levar à morte. Cuidado.