"O MAL SÓ TRIUNFA QUANDO OS HOMENS DE BEM NADA FAZEM". Edmund Burke.

terça-feira, 21 de novembro de 2017

Beijo grego.

O beijo grego nada mais é do que o anilingua (contato da língua com o ânus). Como o ânus é para muitos uma zona bastante erógena, é muito comum a realização do beijo grego entre os casais, onde o ânus de um é estimulado com beijos e passagens da língua.

O beijo grego muitas vezes pode ajudar no relaxamento do esfincter do ânus e assim favorecer à penetração peniana. Como é uma região com muitas terminações nervosas, costuma ser muito prazeroso para quem o recebe. É muito importante que os parceiros expressem de que maneira a prática do beijo grego deve ser feita para gerar um grau de excitação intenso (às vezes beijos mais intensos, ou contato com barbas, ou simplesmente um passar da língua e porque não, de tudo um pouco). 

A questão da higiene deve ser levada muito a sério, para o bem estar de quem vai realizá-lo. Além de ser uma região muito contaminada pelas bactérias do intestino, lesões sexualmente transmissíveis, como herpes, crancos, verrugas pelo HPV, podem existir e favorecer a uma contaminação da cavidade oral de quem faz o anilíngua. Uma higiene com sabonete comum é suficiente e há os que também gostam de depilar a região, para uma maior sensação de limpeza e prazer. Na presença de lesões sexualmente transmissíveis, o beijo grego não deve ser feito.

O beijo grego costuma ser mais prazeroso, quanto maior for a lubrificação, seja com saliva ou gel comestível. As posições, para realizá-lo, podem ser várias: por traz, deitados, de cócoras, o famoso 69 e assim vai. A penetração da língua no ânus é mais facilitada, quanto mais relaxado estiver o esfíncter e com o endurecimento da língua, desde que ambos se sintam confortáveis.

Enfim, o beijo grego é  uma coisa íntima de cada casal. Beijos tornam o ato sexual mais prazeroso, mais intenso e se você curte, converse com o seu parceiro e procurem uma forma de ser bom para ambos.

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

NOVEMBRO AZUL! Prevenção do câncer de próstata.


Novembro é o mês de se fazer a campanha do câncer de próstata e você, homem, deve avaliar se já não é o caso de procurar um urologista, para fazer os exames preventivos que podem diagnosticar um câncer na próstata, que está lá quieto, silencioso.

Como já foi comentado neste blog em postagens anteriores, o homem gay por na maioria dos casos ter vários parceiros sexuais, e portanto mais exposto às Doenças Sexualmente Transmissíveis, está mais sujeito a apresentar um câncer na próstata.

Quem deve procurar um urologista?

1) Homens afrodescendentes acima dos 40 anos, já que nesse grupo a incidência da doença é mais frequente.

2) Homens acima dos 40 anos com histórico de câncer de próstata na família (pai, avô, irmaõs, tios)

3) Todo homem com mais de 50 anos.

O que será feito?

Primeiro o urologista irá conversar com você, objetivando colher dados que possam já fazê-lo suspeitar da possibilidade do câncer estar presente. Irá perguntar sobre os seus hábitos de micção, avaliar a qualidade do jato de urina que você apresenta ao urinar e tentar descobrir algum antecedente de doença urológica.

Depois o urologista fará o exame físico e é nesse momento que ocorrerá o exame de próstata, através do toque retal, com a introdução do dedo pelo ânus.

E por último ele avaliará, e provavelmente solicitará, exames complementares: ultrassonografias, exames de sangue (PSA- Prostatic Specific Antigen) e de urina.

Ao final da consulta, nós urologistas na maioria das vezes já temos noção se é um caso suspeito, ou não, de câncer na próstata. Mas serão os exames complementares que permitirão nos orientar sobre o diagnóstico final. Então, não deixe de retornar em consulta com os exames, mesmo que você considere que os resultados foram normais (hoje em dia a maioria dos pacientes tem acesso aos resultados dos exames antes mesmo dos médicos).

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Quando o pênis encolhe.

É muito frequente leitores me perguntarem o porquê do pênis encolher em algumas situações. A última dúvida estava relacionada com a diminuição do tamanho do pênis após este leitor ter pedalado por longas distâncias em sua bicicleta.

Situações que exijam um desvio de energia para órgãos vitais, como coração, cérebro e pulmões, em situações de esforço físico e que requerem maior atenção, fazem com que órgãos diminuam para que o fluxo sanguíneo seja priorizado para esses órgãos indispensáveis à vida.

Essas situações são aquelas de muito frio, atividade esportiva intensa (e nesse caso a situação do leitor que pedala muito), momentos de estresse e ansiedade, quando também há liberação de adrenalina, que contribui mais ainda para a contração dos vasos sanguíneos e pênis. Como o pênis é um órgão que não tem estrutura óssea, é uma "esponja" de sangue, ele diminui de tamanho enquanto for necessário o desvio do sangue para esses órgãos citados acima.

Mas não se preocupem leitores. Normalizada a situação, o pênis volta ao tamanho normal. Aquele desconforto que muitos homens sentem ao se apresentar com um pênis temporariamante menor ao sair do mar, da piscina ou até mesmo de um banho em local coletivo, pode ser minimizada em águas com temperaturas mais elevadas.

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Saiba o que pode acontecer no caso de uso excessivo de drogas para ereção.

Há homens que não seguem recomendações médicas e fazem uso próprio de medicamentos para ereção a base de inibidores da fosfodiesterase, como sildenafila (@Viagra), tadalafila (@Cialis), vardenafila (@Levitra), entre outros ainda não disponíveis no Brasil. O uso de dosagem acima do prescrito pode levar a emergências médicas. Deve ser evitado em pacientes que fazem uso de nitrato (geralmente prescrito para tratamento de doença coronariana).

Essas são algumas das emergências:

1) Priapismo: condição causada pelo excesso de fluxo de sangue para o pênis, sem a devida drenagem, que leva a uma ereção prolongada, dolorosa e com inchaço do pênis que exige intervenção médica para ser revertida.

2) Hipotensão arterial: a queda abrupta da pressão arterial é uma possibilidade, vindo acompanhada de tontura, náuseas, sensação de fraqueza, com respiração mais ofegante, visão turva e dificuldade de concentração.

3) Sinais e sintomas como vermelhidão cutânea, urticária, inchaço dos lábios, da língua e da garganta, associado ou não à visão turva e dificuldade para respirar e engolir.

Homens que apresentam qualquer uma das condições acima deve procurar atendimento médico. Se você é um usuário dessas medicações e não está muito satisfeito com o resultado do tratamento, não aumente por conta própria a dosagem. Procure o seu médico e converse com ele sobre alternativas de tratamento.