"O MAL SÓ TRIUNFA QUANDO OS HOMENS DE BEM NADA FAZEM". Edmund Burke.

domingo, 5 de setembro de 2021

Será que o sexo interfere no risco para câncer de próstata?

 

Será que o hábito sexual do homem interfere no risco dele para ter câncer na próstata? Trabalhos realizados desde 2018 parecem evidenciar que sim. Dados como quanto mais cedo for o início da atividade sexual do homem , a quantidade de parceiros que ele tiver e o ritmo de ejaculação, seja pelo ato sexual ou pela masturbação, têm repercussão na taxa de câncer de próstata. Vamos ao que parece ocorrer:

1) Homens que têm poucos parceiros sexuais, apresentam menor diagnóstico de câncer de próstata. O risco aumenta em 1 ponto a cada 10 parceiros diferentes que ele tenha.

2) Homens que tiveram a primeira relação sexual mais tarde também apresentam menor risco e quanto mais tarde for o início da vida sexual, menor a incidência. Ou seja, homens que tiveram sua primeira relação sexual aos 16 anos têm mais risco para ter o câncer de próstata do que os que começaram aos 21 anos. Acredita-se que quanto maior for o número de parceiros, maior a chance de adquirir uma Doença Sexualmente Transmissível (DST), que sabe-se que é um fator agressivo à próstata.

3) Quanto maior o for o ritmo de ejaculação, maior o benefício. A eliminação mais frequente do sêmen ajuda a colocar para fora, substâncias que ficariam retidas na próstata mais tempo e que poderiam gerar agressão ao tecido do órgão. 

Todos esses dados precisam de mais estudos para se ter uma maior certeza. Sabemos que hábitos interferem no risco para o aparecimento do câncer de próstata, além dos fatores hereditários, que estão fora do controle do homem. Hábitos que devem ser adotados para minimizar o risco de se ter um câncer na próstata:

A) Dieta equilibrada.

B) Controlar o excesso de peso.

C) Atividade física regular.

D) Parar de fumar.

E) Praticar sexo seguro, objetivando diminuir os risos para de se contrair DST.

segunda-feira, 30 de agosto de 2021

Sexo pode se tornar um vício?

Há pessoas que pensam e sentem tanta necessidade de fazer sexo, condição conhecida como hiperssexualidade, que parecem ser realmente viciadas em sexo. Importante diferenciar hiperssexualidade de libido alto. O libido alto não necessariamente leva a pessoa a ter sexo compulsivamente. Já na hiperssexualidade, os atos são frequentes. A hiperssexualidade pode ser considerada um distúrbio de comportamento que leva o(a) acometido(a) a situações que acabam por interferir na vida pessoal. Geralmente possuem múltiplos(as) parceiros(as), estão mais sujeitos às Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) pela multiplicidade destes e até mesmo por muitas vezes se descuidarem com a proteção no ato sexual. Também podem ter o seu dia-a-dia comprometido em qualidade, pois pode interferir nas atividades profissionais e familiares. Há uma maior tendência à desestabilização dos relacionamentos. O indivíduo acometido por essa condição preza tanto o prazer sexual, que é capaz de abandonar responsabilidades como ganhar a vida trabalhando, relacionamento familiar e social. Costuma gastar muito dinheiro com pornografia. Muitos reconhecem o problema e acabam se sentindo envergonhados, deprimidos, estressados, culpados com esse tipo de comportamento. Eles sentem muita necessidade de praticar o sexo e não conseguem controlar esse impulso. Hiperssexualidade não tem uma classificação exata, podendo se parecer como um vício e muitas vezes a pessoa afetada por essa condição, só conseguirá se livrar desse comportamento com o auxílio de um Psiquiatra.

sábado, 31 de julho de 2021

Transtorno Dismórfico Corporal: também envolve o pênis.

 


 
O Transtorno Dismórfico Corporal (TDC) é um distúrbio de comportamento, que faz com que o paciente não aceite formas do seu corpo. E isso também está relacionado ao pênis. 

Tamanho do pênis sempre é um assunto de interesse para o homem e muitas vezes a comparação de pênis pode levar o homem a achar, que o próprio pênis poderia ser maior e/ou mais grosso. Alguns têm até a masculinidade afetada, acreditando que o pênis que têm, possa não satisfazer o parceiro sexual. Por mais que se fale sobre "tamanho normal", muitos homens com pênis dentro das medidas consideradas comuns,  ainda são afetados por este distúrbio, chamado de Transtorno Dismórfico Corporal, que aqui será chamado de TDC. Eles têm pênis com medidas consideradas habituais, mas eles não se veem assim. Acredita-se que de 1 a 3% dos homens sofram de TDC.

Cada homem é único, com suas singularidades, mas um estudo que envolveu 15.000 homens, conseguiu chegar a dimensões medianas para os pênis:

FLÁCIDO= 9,16 CM

ESTICADO (semelhante ao tamanho quando ereto)= 13,23cm

Claro que há exceções: alguns são mais longos, outros menores. E mesmo com esse conhecimento, homens desenvolvem TDC, passam a evitar os contatos sexuais, podem se apresentar ansiosos, antissociais, depressivos e alguns chegam a tentar o suicídio.

Muitos procuram solucionar o que consideram um "defeito" e acabam procurando, por tratamentos que possam aumentar o tamanho dos pênis, como aparelhos extensores, cirurgias de alongamento peniano e tratamentos injetáveis para aumentar a grossura do órgão. Às vezes o insucesso dessas terapias pode até acarretar mais danos, como infecções penianas severas.

Todo homem que considere passar por uma terapia para aumento peniano, antes de tudo deve procurar aconselhamento profissional. Urologistas, Psiquiatras, Psicoterapeutas são ótimas escolhas. Saber o que é comum e aconselhamentos para melhorar a autoestima, pode fazer muita diferença.



sábado, 3 de julho de 2021

É Possível Aumentar A Testosterona Naturalmente

A mudança do estilo vida permite que o homem consiga aumentar os próprios níveis de testosterona, o hormônio masculino, no sangue. A queda na produção da testosterona no corpo do homem acontece com o envelhecimento e pode ter como causa, doenças em certos órgãos como testículos, hipotálamo e glândulas pituitárias (estes últimos na área cerebral).

Os sintomas que aparecem devido à queda da testosterona são: diminuição da libido, perda de massa muscular, fraqueza e alteração no humor. A reposição hormonal reverte essas situações mas há algumas mudanças de hábito que, quando adotadas pelo homem, podem colaborar para uma melhora nos níveis de testosterona no sangue. 

Melhorar a qualidade do sono: a testosterona é produzida enquanto o homem dorme. Estudos no passado já evidenciaram que após uma semana de noites mal dormidas, homens chegam a apresentar redução nos níveis de testosterona no sangue entre 10 e 15%.

1) Faça do hábito de dormir bem uma meta: procure dormir de 7 a 9 horas por dia.

2) Desligue-se de eletrônicos (smartphones, notebooks, tablets, computadores, televisão) bem antes de ir para a cama.

3) Evite consumo de cafeína e bebida alcoólica.

4) Faça atividade física regularmente.

5) Procure ter o horário para deitar para dormir e acordar no dia seguinte, sempre que possível, os mesmos.

6) Minimize o estresse: meditação, relaxamento, atividade física, um bom equilíbrio entre trabalho e lazer, organize as finanças.

7) Procure por auxílio médico se dormir tem sido um problema.

Procure manter um peso corporal saudável: quanto mais gordura no corpo, maior o consumo da testosterona para ser transformada em hormônio feminino (estrogênio), necessário à formação dos ossos do corpo. E essa transformação acontece dentro das células de gordura.

1) Procure se alimentar de frutas, vegetais, grãos e evite açúcar e alimentos processados, industrializados.

2) Cuidado com as porções, mesmo se tratando de alimentos saudáveis.

3) Exercite-se regularmente, seja ativo fisicamente.

4) Procure pessoas que possam te ajudar com o seu peso, como nutricionistas e profissionais do esporte.

Consulte-se com um médico: avalie se alguns medicamentos que você consome, podem atrapalhar na produção da testosterona.

1) Opióides para tratamento de dor crônica

2) Hormônios.

Evite anabolizantes e hormônios:

1) Esteroides e drogas que prometem melhora da performance, podem afetar a produção da testosterona.

2) Suplementos que prometem aumentar a testosterona e que muitas vezes podem ser adquiridos facilmente nas farmácias e lojas especializadas no comércio dessas substâncias. Nem sempre são efetivos e por conterem certos ingredientes nem sempre listados nos rótulos, podem interagir com outros medicamentos que o homem faz uso regularmente.

Todo homem que acredite estar apresentando sinais e sintomas que sugiram queda na produção da testosterona, deve se consultar com um médico. Exame físico e exames laboratoriais serão fundamentais para uma correta orientação.