"O MAL SÓ TRIUNFA QUANDO OS HOMENS DE BEM NADA FAZEM". Edmund Burke.

quarta-feira, 22 de maio de 2019

Sexo oral e câncer: o que saber!

Vou escrever sobre os riscos do sexo oral na transmissão de doenças que podem evoluir para um câncer. O risco está em contrair infecção pelo vírus HPV ao se realizar sexo oral, seja no pênis ou na região anal (aqui a proliferação do vírus tende a ser maior e quanto mais lesões, maior o risco de contagio). 

Sabemos que o HPV é utilizado para se referir a um grupo de vários tipos de vírus papiloma que são transmitidos pelo contato sexual, uns mais graves do que outros.

O contato da boca com o pênis e/ou a região anal infectada com lesões causadas pelo vírus HPV gera a possibilidade de transmissão da doença. Muitas vezes o vírus contamina a célula da cavidade oral podendo ter remissão espontânea ou evoluir, causando alterações nessa célula irreversíveis que poderiam evoluir para um câncer.

O esperma também pode levar o vírus para a cavidade oral. A implantação do vírus após o contagio pode ser na língua, céu da boca, garganta e amígdalas.

A melhor forma de se evitar o contagio pelo vírus é protegendo a área contaminada por lesões, seja o pênis (preservativo) ou a região anal (filme látex ou filme PVC) durante o sexo oral. O vírus não se implantando na cavidade oral, não tem como evoluir.

quarta-feira, 8 de maio de 2019

Mindfulness e sexualidade.

Mindfulness, que significa um estado de atenção plena da mente, é uma técnica muito utilizada para a meditação. E trabalhos mostram que essa técnica também melhora muito a sexualidade do ser humano. Relacionamentos podem ser afetados por ansiedade, conflitos, estresse do dia a dia e comprometer a performance, tornando a experiência sexual menos prazerosa.

No caso do sexo, o importante é focar as sensações, os cheiros, os sons do sexo e intensificar as emoções. Tem sido um plus nos relacionamentos.

Como praticar o mindfulness na hora do sexo então? Concentrando-se completamente nesse momento, somente no ato sexual. Deixar de lado pensamentos que não os relacionados ao ato sexual. Alguns exemplos:

1) concentrar-se na suavidade da pele do parceiro e o prazer que isso pode te dar.
2) a carícia recebida do parceiro.
3) os sons dos suspiros e sussurros.
4) a visão do corpo do parceiro, do formato do corpo.
5) os cheiros que um corpo emana.
6) o gosto que o corpo do parceiro tem.

É claro que essas sensações variam de sensibilidade de um indivíduo para outro, mas aqui o importante é focar naqueles que te dão prazer e assim, intensificar o seu ato sexual. Qualquer sinal de desvio para outros pensamentos, focar nas sensações de novo. Vale a pena tentar!

terça-feira, 23 de abril de 2019

Medicamentos e libido.

Às vezes medicamentos de uso contínuo podem afetar a libido do homem. Mas é importante sempre consultar um médico, antes de alterar um tratamento médico por causa disso, até porque hoje já há medicamentos manipulados para evitar esse efeito colateral.

Abaixo, a lista de alguns dos medicamentos, e suas indicações para uso, que podem afetar a libido de um homem:

1) Antidepressivos: incluem os inibidores de captação da serotonina e os tricíclicos.

2) Antipsicóticos: para esquizofrenia e bipolaridade.

3) Benzodiazepínicos: ansiedade e insônia.

4) Betabloqueadores: hipertensão arterial, enxaqueca e glaucoma.

5) Drogas com estrogênio, que é um hormônio feminino.

6) Finasterida: queda de cabelo de padrão genético e aumento benigno da próstata.

Mas fica a dica: não modifique seu tratamento sem orientação médica e não é o fato de você precisar de uma terapia, com alguns dos medicamentos citados acima, que comprometerá a sua libido.

quarta-feira, 27 de março de 2019

ANORGASMIA: falta de orgasmo!

Sim, isso pode acontecer. A ereção é boa mas o orgasmo não vem. As causas podem ser emocionais (ansiedade, estresse,problemas no relacionamento, passado de trauma sexual, inexperiência sexual são alguns exemplos), mas podem ser decorrentes de comportamentos (medicamentos, bebidas alcoólicas, drogas como maconha) ou problemas orgânicos (Diabetes, hipertensão arterial, dor crônica, problemas hormonais para citar alguns).

É importante que se saiba disso, seja para te ajudar ou ajudar o seu parceiro, caso passem por isso. O primeiro passo é procurar um médico e expor a situação. Às vezes só a troca de um medicamento já resolve o problema, mas algumas vezes é descoberto uma condição, como Diabetes, que necessitará de um tratamento específico.

E paralelo a isso, o importante é manter uma boa qualidade de vida exercitando-se regularmente, eliminando vícios e evitar as bebidas alcoólicas. Claro que o casal deve conversar sobre isso e ter conhecimento que isso não acontece por falta de atração física (embora possa ser a causa também, mas isso tende a comprometer mais a ereção). Métodos de relaxamento como ioga e meditação ajudam bastante. Em situações mais graves, acompanhamento emocional pode ser o caminho para resolver o problema.