"O MAL SÓ TRIUNFA QUANDO OS HOMENS DE BEM NADA FAZEM". Edmund Burke.

terça-feira, 25 de agosto de 2020

COVID-19 e esperma.

A COVID-19 é causada pelo coronavírus SARS-CoV-2.
Cientistas sabem que esse vírus é encontrado no esperma, na saliva, nas fezes, em superfícies e principalmente nas gotículas expelidas ao espirrar e tossir.

Por ser encontrado no esperma, na saliva e nas fezes, a COVID-19 é considerada potencialmente capaz de ser transmitida pelo ato sexual. Sendo assim, homens portadores do coronavírus SARS-CoV-2 devem ser isolados e não devem ter atividade sexual ou contatos íntimos com parceiros, para bloquear a evolução da pandemia,.

Algumas recomendações para diminuir a chance de contágio pela COVID-19:

1) Use preservativos.

2) Lave bem as mãos e eventuais sex-toys utilizados nos encontros sexuais.

3) Não tenha relações sexuais se estiver com sintomas de COVID-19, como febre, dor de garganta, tosse e espirros.

4) Evite ao máximo, encontros sexuais casuais.

Lembre-se: embora alguns considerem a COVID-19 uma "gripezinha", formas severas podem acarretar até a morte. E mesmo que você não tenha nada, seja apenas um portador assintomático, você pode vir a contaminar um amigo/parente querido.

terça-feira, 11 de agosto de 2020

Sexo e hepatite: cuidado!


Nesses últimos tempos muito tem sido falado sobre o Coronavírus responsável pela Covid-19 e aproveito para citar outra doença que pode ser causada por vírus: a hepatite viral. Na verdade existem cinco tipos de vírus que causam a hepatite: A, B,C, D e E. Todas essas formas de hepatite afetam a vida sexual do homem, embora nem todas sejam sexualmente transmissíveis.

A hepatite A pode ser transmissível no contato com as fezes de um doente no ato com penetração anal sem proteção.

A hepatite B está presente no esperma e também na saliva, então além da penetração, tem-se como possível forma de contágio o sexo oral. Como está presente no sangue, a transfusão de sangue é muito arriscada para a transmissão. E pode cursar com a hepatite D e também ser transmitida.

Já as hepatites C e E não parecem ser transmissíveis pelo ato sexual. A tipo C geralmente transmite-se pelo sangue e a tipo E pela água e alimentos contaminados.

Estudos com homens infectados pela Hepatite C mostram que os infectados reclamam muito mais do que os sadios, quanto à queda do libido, citam piora das ereções e na qualidade dos orgasmos e se apresentam mais sexualmente insatisfeitos no geral.

Dicas para se manter prevenido: 

1) Teste-se e veja se você (se possível o seu parceiro também) é portador de hepatite.
2) Use preservativos no ato sexual.
3) Evite ter múltiplos parceiros sexuais.
4) É possível se vacinar contra a Hepatite tipo A e tipo B. Então peça ao seu médico que solicite e te oriente a procurar uma clínica de vacinação.


quarta-feira, 29 de julho de 2020

Androgênios e COVID: alerta para os homens.

Nesse momento, já sabemos que homens são mais vulneráveis às formas mais graves de manifestação da COVID-19, com mais óbitos inclusive, embora as mulheres sejam mais infectadas. Cientistas então começaram uma investigação paralela para entender melhor esse fato.

Ao mesmo tempo, os cientistas observaram que homens que se encontravam em tratamento para câncer de próstata na modalidade em que é suprimida a produção de testosterona (esse hormônio favorece à progressão da doença e por isso ele é bloqueado em algumas formas de terapia, dependendo da fase do tumor de próstata), apresentavam menor incidência da COVID-19.

Ou seja, com certeza a manifestação da doença COVID-19 é facilitada na presença dos androgênios, que nas mulheres são produzidos em muito menor quantidade. Cientistas acreditam que na falta de uma vacina que possa imunizar as pessoas, tratamentos que promovam a diminuição dos androgênios possam ser um fator preventivo na evolução das formas mais graves da doença.

E aí fica uma pergunta no ar: os homens com maior tendência a ficarem carecas, muito relacionado a uma maior produção de testosterona, podem ser mais afetados pela COVID-19? Estudos que já estão sendo realizados apontam para o fato de que sim, os homens com calvície são mais vulneráveis à COVID-19.

terça-feira, 7 de julho de 2020

Porque o sexo anal é tão arriscado...

O sexo anal é arriscado para quem é o penetrado, como também para quem é o penetrador, quando pensamos em Doença Sexualmente Transmissível (DST), sendo o HIV a mais preocupante.

O motivo desse risco aumentado é porque o revestimento do ânus é fino e não tem lubrificação como no meio vaginal. Por esse motivo ocorrem lacerações na região anal durante a penetração, facilitando mais a entrada dos vírus e das bactérias no corpo humano. 

Durante o ato sexual com penetração anal os parceiros entram em contato com fluidos como sangue, esperma, líquidos pré-ejaculação e da região do reto. Esses fluidos podem conter o vírus HIV, como também outras agentes que infectam e que poderiam causar doenças como gonorreia, clamídia e sífilis entre outras. Esses mesmos agentes infecciosos também podem entrar no corpo humano por fissuras nos dedos e no pênis do penetrador. 

É importante usar lubrificante para diminuir o  risco das lacerações anais e todo ato sexual deveria ser com uso de preservativos. Saber a condição de saúde do seu parceiro também pode evitar que você contraia uma DST e saiba que há tratamentos que podem minimizar o contágio pelo HIV, seja porque são administradas antes e/ou após um acidente que poderia levar ao contágio.